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Os
Colégios Maiores na Espanha
Conforme o testemunho de Manuel Martínez
Ferrol, na sua monografia referente aos Colégios Maiores, na década dos 40,
depois da Guerra Civil, não havia na Espanha, mais de dez Colégios Maiores.
Na década dos 60, quando foi fundado o
Colégio Maior Universitário Brasileiro, o número total destas instituições
chegava a vinte e cinco. Em julho de 1978, quando se realizavam as primeiras
Jornadas de Diretores de Colégios Maiores, já se contabilizavam mais de cento e
setenta instituições.
Atualmente, seu número ascende a quase
trezentos, e mais da metade deles encontram-se em Madri. Somente na Universidade
Complutense somam 42: 6 são Fundações Universitárias e 36, Fundações Públicas ou
Privadas, entre as quais estão a Casa do Brasil. Este crescimento deve-se,
principalmente, às medidas incentivadoras do Governo espanhol, que tem
demonstrado um grande interesse em fortalecer e reativar as Universidades.
Um decreto de 24 de setembro de 1942,
definia a missão dos Colégios Maiores como a de “colaboradores no exercício do
trabalho educativo e de formação que incumbe à universidade”.
Assim também a “Lei de Ordenação
Universitária”, de 1953, incluía os Colégios Maiores entre os órgãos integrantes
das Universidades. Três anos depois, uma lei Proteção dos Colégios Maiores
estabelecia um sistema de incentivos que incluía subvenções destinadas à sua
manutenção. Hoje em dia estas subvenções já não existem. 
[Um
pouco de nossa história] [Arquitetura]
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